A RESPOSTA DE DEUS
Na experiência cristã há muitas coisas que nos deixam perplexos e que, afinal, são a resposta de Deus as nossas orações.
PACIÊNCIA: Pedimos paciência, e Deus envia-nos tribulação, porque a tribulação produz paciência (Rm 5.3-5)
SUBMISSÃO: Pedimos submissão, e Deus envia-nos sofrimento, porque aprendemos a obediência pelas coisas que sofremos. (Hb 5.8)
RENÚNCIA: Pedimos a Deus que nos ensine a renúncia, e ele dá-nos ocasiões para nos sacrificarmos, pensando nos interesses dos outros e dando as nossas vidas no serviço dos nossos irmãos (Fp. 2-4; Mt 42; I Jo 3.16)
VITÓRIA: Pedimos vitória, e as coisas do mundo precipitam-se sobre nós, num turbilhão de tentações, porque “Esta é a vitória que vence o mundo, a nossa fé.” (I Jo. 5.4)
HUMILDADE: Pedimos força e humildade, e há logo um mensageiro de satanás, atormentando-nos até jazermos no pó, clamando por socorro. (2 Co. 12.7)
UNIDOS AO SENHOR: Pedimos para sermos unidos ao Senhor Jesus, e Deus quebra-nos os laços naturais, permitindo até que os nossos melhores amigos não nos compreendam e pareçam indiferentes a nosso respeito. Ele chama-nos a caminhar sozinhos (Is. 51.2; 3)
AMOR: Pedimos mais amor, e Deus envia-nos sofrimentos de caráter especial e coloca-nos no meio de pessoas que nos parecem pouco amáveis. Permite que nos digam coisas que mexem com nossos nervos, porque o amor usa da longanimidade e é cheio de bondade (I Co.13)
MOLDADOS À IMAGEM DO SENHOR: Pedimos para sermos moldados à imagem do Senhor Jesus, e a resposta é “Provei-te na fornalha da aflição.” “Poderá estar firme o teu coração ? “ “Poderão estar fortes as tuas mãos? “ Podereis ? (Is 48.10; Ez 22.14; 20.22)
Ali no cadinho da aflição, Deus nos molda de forma a fazer penetrar em nós qualquer coisa da sua própria ternura e da sua bondade, e ensina-nos como devemos levar os fardos uns dos outros e como viver, para interceder a favor dos doentes e dos aflitos (Gl. 6.2; Hb 7.25; Ef 6.18)
Tudo isso, porém, não é senão o aspecto transitório da questão.
Há ainda a recompensa eterna de glória e honra, na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo (I Pe 1.7). “Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós cada vez mais abundantemente um eterno peso de glória; não atentando nós nas coisas que se vêem, mas sim nas que se não vêem; porque as que se vêem, são temporais, enquanto as que se não vêem, são eternas. (2 Co 4.17,18)
“Não seja como eu Quero, Mas como Tu queres” Mt. 26.39